Por Lilian Nassi-Calò
A comunicação científica sofre alterações e evolui assim como a
própria ciência. O artigo científico, seu formato e meios de publicação,
disseminação e compartilhamento passou por significativas alterações
desde o surgimento dos primeiros periódicos científicos no século XVII. A
Internet, nos anos 1990, mudou drasticamente o paradigma da comunicação
da ciência, evento comparável apenas à invenção da imprensa por
Gutenberg em 1440, que possibilitou a disseminação dos artigos e
periódicos para outras instancias, além da academia.
Dissertações e teses são monografias que constituem elementos da
comunicação científica, embora seu papel principal seja demonstrar que o
candidato a um título acadêmico é capaz de conduzir e comunicar
pesquisa independente e original.
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