quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Projeto Aprovado

Acabo de receber a notícia da FAPERJ que o meu projeto "O papel dos ambientes de inovação na geração de conhecimento, inovação e desenvolvimento econômico" foi aprovado no edital de 
Apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico regional. Legal!!

Segue a nota da FAPERJ:
Priorizando vocações regionais e focando temas estratégicos, 60 novos projetos, de um total de 89 submetidos, deverão representar uma importante contribuição a desenvolvimento socioeconômico da extensa região que se situa fora dos limites da área metropolitana do Rio de Janeiro. Em outras palavras, fora dos municípios de Belford Roxo, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Queimados, Rio Bonito, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti e Tanguá. As novas propostas foram contempladas no edital de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico Regional do Estado do Rio de Janeiro (DCTR) 2016, resultado que a Fundação anunciou nesta quinta-feira, 10 de novembro. O programa visa incentivar a interiorização do crescimento científico e tecnológico fluminense.

Lançado pela primeira vez em 2008, o programa tem dois objetivos principais. O primeiro deles é o de apoiar o desenvolvimento científico e tecnológico no estado, mediante o emprego de ações integradas e focadas em vocações e prioridades regionais, otimizando a competitividade de suas potencialidades dentro de temas relevantes e estratégicos, de forma a contribuir para o desenvolvimento socioeconômico das diversas regiões do estado fora da área metropolitana do Rio de Janeiro. O outro objetivo da iniciativa é propiciar a melhoria da infraestrutura de instituições de ensino superior e/ou pesquisa, ou de seus campi regionais, sediados fora da Região Metropolitana.
O DCTR atende a demanda de pesquisadores e gestores de instituições de ensino e pesquisa fluminenses para um apoio diferenciado a pesquisa e a infraestrutura de pesquisa das instituições do interior do estado. “Ao distribuir recursos em ciência e tecnologia para todo o estado do Rio de Janeiro, com exceção da sua Região Metropolitana, o DCTR induz integralmente o desenvolvimento e o crescimento sustentável do estado. Muitos dos temas apoiados são estratégicos para solucionar problemas socioeconômicos, ambientais ou da saúde da população fluminense. Por tudo isso, é um edital que já faz parte do calendário regular dos programas da Fundação”, ressalta Jerson Lima, diretor Científico da FAPERJ.

Das 12 instituições beneficiadas nesta edição, a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) e a Universidade Federal Fluminense (UFF) foram as que tiveram o maior número de propostas aprovadas, com 13 cada, seguidas pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com doze projetos contemplados; da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com sete; da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com seis; da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), ambos com dois; do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet), da Fundação Educacional Serra dos Órgãos (Feso), da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP), da Universidade Estácio de Sá (Unesa), da Universidade Severino Sombra (USS), cada uma delas com um projeto aprovado.

Estes projetos foram enquadrados em duas faixas, de acordo com o montante solicitado – Faixa A: entre R$ 250.001 e R$ 400 mil, para equipes formadas por pelo menos seis pesquisadores; e Faixa B: com valor inferior ou igual a R$ 250 mil, para equipes formadas por pelo menos três pesquisadores. Eles terão prazo de até 24 meses para sua execução.

Dos recursos concedidos, parte financiará despesas de capital, como a aquisição de materiais permanentes e equipamentos; enquanto que os demais recursos serão destinados a despesas de custeio, entre as quais se incluem serviços de terceiros (pessoas físicas e jurídicas) com caráter eventual para manutenção de equipamentos, material permanente e para a realização de pequenos reparos e adaptações de bens imóveis; diárias e passagens; material de consumo; componentes e/ou peças de reposição de equipamentos; pequenas obras de infraestrutura e instalações; e despesas de importação. Todos os itens financiados devem estar diretamente relacionados às atividades do projeto.