Acabo de receber a notícia da FAPERJ que o meu projeto "O papel dos ambientes de inovação na geração de conhecimento, inovação e desenvolvimento econômico" foi aprovado no edital de
Apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico regional. Legal!!
Segue a nota da FAPERJ:
Priorizando vocações regionais e focando temas estratégicos, 60 novos
projetos, de um total de 89 submetidos, deverão representar uma
importante contribuição a desenvolvimento socioeconômico da extensa
região que se situa fora dos limites da área metropolitana do Rio de
Janeiro. Em outras palavras, fora dos municípios de Belford Roxo,
Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri,
Magé, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Queimados, Rio
Bonito, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti e Tanguá. As
novas propostas foram contempladas no edital de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico Regional do Estado do Rio de Janeiro (DCTR) 2016,
resultado que a Fundação anunciou nesta quinta-feira, 10 de novembro. O
programa visa incentivar a interiorização do crescimento científico e
tecnológico fluminense.
Lançado pela primeira vez em 2008, o programa tem dois objetivos
principais. O primeiro deles é o de apoiar o desenvolvimento científico e
tecnológico no estado, mediante o emprego de ações integradas e focadas
em vocações e prioridades regionais, otimizando a competitividade de
suas potencialidades dentro de temas relevantes e estratégicos, de forma
a contribuir para o desenvolvimento socioeconômico das diversas regiões
do estado fora da área metropolitana do Rio de Janeiro. O outro
objetivo da iniciativa é propiciar a melhoria da infraestrutura de
instituições de ensino superior e/ou pesquisa, ou de seus campi regionais, sediados fora da Região Metropolitana.
O DCTR atende a demanda de pesquisadores e gestores de instituições
de ensino e pesquisa fluminenses para um apoio diferenciado a pesquisa e
a infraestrutura de pesquisa das instituições do interior do estado.
“Ao distribuir recursos em ciência e tecnologia para todo o estado do
Rio de Janeiro, com exceção da sua Região Metropolitana, o DCTR induz
integralmente o desenvolvimento e o crescimento sustentável do estado.
Muitos dos temas apoiados são estratégicos para solucionar problemas
socioeconômicos, ambientais ou da saúde da população fluminense. Por
tudo isso, é um edital que já faz parte do calendário regular dos
programas da Fundação”, ressalta Jerson Lima, diretor Científico da
FAPERJ.
Das 12 instituições beneficiadas nesta edição, a Universidade
Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) e a Universidade
Federal Fluminense (UFF) foram as que tiveram o maior número de
propostas aprovadas, com 13 cada, seguidas pela Universidade Federal
Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com doze projetos contemplados; da
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com sete; da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com seis; da Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Laboratório Nacional
de Computação Científica (LNCC), ambos com dois; do Centro Federal de
Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet), da Fundação
Educacional Serra dos Órgãos (Feso), da Faculdade de Medicina de
Petrópolis (FMP), da Universidade Estácio de Sá (Unesa), da Universidade
Severino Sombra (USS), cada uma delas com um projeto aprovado.
Estes projetos foram enquadrados em duas faixas, de acordo com o
montante solicitado – Faixa A: entre R$ 250.001 e R$ 400 mil, para
equipes formadas por pelo menos seis pesquisadores; e Faixa B: com valor
inferior ou igual a R$ 250 mil, para equipes formadas por pelo menos
três pesquisadores. Eles terão prazo de até 24 meses para sua execução.
Dos recursos concedidos, parte financiará despesas de capital, como a
aquisição de materiais permanentes e equipamentos; enquanto que os
demais recursos serão destinados a despesas de custeio, entre as quais
se incluem serviços de terceiros (pessoas físicas e jurídicas) com
caráter eventual para manutenção de equipamentos, material permanente e
para a realização de pequenos reparos e adaptações de bens imóveis;
diárias e passagens; material de consumo; componentes e/ou peças de
reposição de equipamentos; pequenas obras de infraestrutura e
instalações; e despesas de importação. Todos os itens financiados devem
estar diretamente relacionados às atividades do projeto.