quarta-feira, 25 de abril de 2018

Nova edição da RACE

RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia acaba de publicar seu último número em http://editora.unoesc.edu.br/index.php/race. Os editores convidam a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse.

terça-feira, 17 de abril de 2018

A pedido da Capes, ABC propõe revisão na avaliação da pós-graduação brasileira

Capes solicitou contribuições de diversas entidades, instituições, coordenações, comissões e grupos de pesquisa de todo o País. A SBPC enviou no dia 10 uma proposta com sete princípios para uma nova avaliação da pós-graduação
Atendendo a solicitação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Academia Brasileira de Ciência (ABC) produziu um documento com sugestões para aprimorar o processo de avaliação dos programas de pós-graduação do País, introduzido há mais de 40 anos. No documento, a entidade ressalta que a avaliação dos cursos de pós-graduação da Capes garantiu progressos extraordinários da ciência, na qualificação de recursos humanos e na capacitação de grupos de pesquisa de todo o Brasil.
É o que acredita Débora Foguel, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenadora do documento, para quem a proposta reafirma alguns pontos que fazem parte do DNA da PG brasileira. “Precisamos continuar com a avaliação, que é muito importante para a pós-graduação brasileira. Existe um conjunto de indicadores de pesquisa e ciência, que são números de artigos, por exemplo, que não podemos nos distanciar, mas é preciso agregar outros elementos e outras maneiras para avaliar”, argumenta Foguel.
O relatório da ABC foi elaborado por uma comissão composta pelos acadêmicos Adalberto Ramón Vieyra, João Fernando Gomes de Oliveira, Jorge Almeida Guimarães, Luiz Bevilacqua e Sandoval Carneiro Junior.
O pedido foi estendido a diversas entidades, instituições, coordenações, comissões e grupos de pesquisa de todo o País, dentre elas, a SBPC, que enviou suas sugestões no último dia 10, após Jorge Audy, presidente da Comissão do Programa Nacional de Pós-Graduação (PNPG) da Capes, participar de reunião na SBPC com representantes de cerca de 80 sociedades científicas de todo o País.
Ao apontar trechos importantes do documento, a professora da UFRJ ressalta que “a avaliação é um processo vivo, dinâmico e os programas se adaptam a um formato, de modo que você precisa desfiar o sistema o tempo todo, criando novas diretrizes, novos indicadores’, porque isso guia, no dia a dia, o fazer dos programas, da pesquisa brasileira.”
O texto estabelece 11 princípios para uma nova abordagem na avaliação dos programas de pós-graduação brasileiros, que na visão dos acadêmicos são fundamentais para expandir e qualificar ainda mais a PG brasileira. Abaixo o resumo de cada uma das sugestões:
  1. Homogeneização do QUALIS das Áreas de forma a criar critérios mais homogêneos de qualificação dos veículos de comunicação da produção científica.
  2. Estruturar o QUALIS com base nas revistas em que os programas publicaram naquele período.
  3. Inclusão de indicadores de qualidade daquilo que é produzido pelos programas de pós-graduação através do envio de um conjunto definido de produtos que reflita suas melhores produções acadêmicas, dissertações e teses.
  4. Auto inserção dos cursos em quatro Grupos Vocacionais (GV) baseados na natureza das pesquisas realizadas pelos Programas (Grupo I. Pesquisa Fundamental; Grupo II. Pesquisa Básica Estratégica; Grupo III. Pesquisa Aplicada na Área Social; Grupo IV. Pesquisa Aplicada Tecnológica.
  5. A criação dos GVs levará a uma revisão de indicadores de produção e seus respectivos pesos em função daquilo que se espera de cada GV (“customização”).
  6. Reposicionamento das atividades de inovação como fundamentais para a pós-graduação brasileira o que levará à criação de novos percursos formativos dos estudantes que passarão a incorporar elementos do setor empresarial.
  7. Investir recursos na internacionalização dos cursos de pós-graduação, premiando aqueles que tiverem fluxo in e out bound de discentes e pesquisadores, projetos de pesquisa conjuntos, alunos com dupla titulação, disciplinas conjuntas, oferta de cursos em inglês e outras línguas, dentre outras ações.
  8. Criação de uma cota de bolsas de doutorado no exterior que inclua o estágio do estudante dentro de centros de pesquisa e inovação tecnológica que participariam dos projetos dos estudantes.
  9. Deve-se fomentar e premiar as ações dos programas voltadas para a melhoria da educação básica, em especial àquelas que contam com a participação dos discentes.
  10. O destino dos egressos deve ser monitorado pelos programas, já que a natureza e o impacto de sua atividade após o doutoramento (e o pós-doutorado) é um excelente indicador de qualidade do estudante formado.
  11. A qualidade da formação discente deve balizar e nortear o processo avaliativo e, para isso, as produções (artigos, livros, patentes, obras literárias e de arte etc. que contam com a participação discentes devem ser valorizadas e recompensadas. A Capes deve desenvolver indicadores que avaliem a capacidade que os programas de pós-graduação têm para oferecer no caminho de uma melhor formação de quadros qualificados.
A proposta cita ainda as áreas nas quais o Brasil se tornou líder mundial em geração de conhecimento: medicina tropical, odontologia, parasitologia, agricultura, energia, biocombustíveis e a pesquisa sobre o vírus da zika e microcefalia. Destaca, ainda, setores tecnológicos que avançaram imensamente neste período, como a exploração de petróleo em águas profundas, agricultura tropical, indústria de papel e celulose, produção de aeronaves, plataformas offshore, indústria mecânica e metalúrgica, biocombustíveis e automação bancária.
“Eu diria que, no mínimo, são princípios interessantes para discutirmos, já que tudo que está no documento são coisas para serem trazidas à mesa, para que possamos pensar e debater juntos, que é justamente o que a Capes pediu às instituições”, defende Foguel.
O documento elaborado pela ABC destaca também que o resultado desse desenvolvimento levou o País a ocupar a 8ª posição no ranking de maior Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Mundial de 2015, e a segunda posição no ranking de maior PIB per capita (US$ 15,359) entre as nações mais populosas. “Certamente essas conquistas encontram suas origens no desenvolvimento científico e tecnológico logrado pelo país nas últimas décadas, em especial pela qualificação de quadros e pela existência de infraestrutura para pesquisa e desenvolvimento”, diz o documento da ABC.
A acadêmica lembra ainda que quando a Capes pediu as contribuições ficou pré-estabelecido um período para trazer as propostas à mesa e abrir um amplo debate, mas o momento turbulento por qual passa o País dificulta a previsibilidade da discussão. “Os próximos passos nós não sabemos quais serão. Estava previsto para acontecer em Brasília, nos meses de maio ou junho, um grande encontro para discutirmos e destrincharmos todas as propostas, mas diante da mudança de ministro, da situação do País, que a cada dia tem rumos mais complexos e complicados, nós acabamos não sabendo direito qual o destino do documento.”

Call for papers - special issue

Maw Der, Bala Vissa (Insead, Associate Editor AMJ) and Brian Wu (University of Michigan) are guest editing a special issue on entrepreneurship in emerging regions for Strategic Entrepreneurship Journal. The deadline is mid-February next year. 

-----------------
Maw-Der Foo
Field Editor, Journal of Business Venturing 
Guest Editor, Special issue on well-Being, JBV
Guest Editor, Special issue on entrepreneurship in emerging regions, SEJ

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Special Issue of the Triple Helix Journal: Agents of change in university-industry-government-society relationships

University-industry-government collaborations and relationships – as theorized by the Triple Helix Model among others – have been analyzed in a plethora of innovation, higher education and STS studies. Most of these studies have focused on national, regional and institutional levels, examining the structures of interaction as well as the formal and informal linkages created in collaborations. More recent elaborations of the helix model have also pointed to the importance of society and societal actors beyond those institutionalized in universities, industry and government. They emphasize the importance of integrating a perspective on the role of the media, publics and civil society actors to understand innovation in knowledge economies. In recent debates, the concept of responsible research and innovation broadens the range of potential actors in innovation. This asks for a deeper understanding of the characteristics of these actors as well as of the mechanisms by which they exert influence over institutional development.

On the levels of organizations and organizational fields, existing literature on university-industry-government-society relationships has focused on the creation and institutionalization of technology transfer structures. A range of studies have explored the role of governments in setting up policies to facilitate interaction between university and industry, such as patenting regulation or sectoral policies for biotechnology or nanotechnology. The role of funding agencies promoting the interaction between university and industry has merited attention and has increased our understanding of the potentials and limitations of specific funding mechanisms. Significant work has emphasized the role of venture capitalists in promoting academic entrepreneurship. However, despite this plethora of studies, we still know very little about the locus and dynamics of agency when it comes to initiating change in university-industry-government-society interactions in innovation processes.

Existing contributions on university-industry-government-society relationships are extremely useful to understand the drivers and processes of innovation in different countries. However, they mostly focus on the demand side, such as for example on the implementation of innovation policies via structural arrangements. The supply side of the story – the agency of knowledge producers in academia, industry, but also government and society – has to some extent been overlooked. Even though universities are understood as playing a crucial role in innovation, we know very little about the role of key actors who influence and change institutional arrangements in and around universities, e.g. by lobbying governmental actors to change funding regimes and regulation, by engaging in community interaction with civil society, or by in creating nascent firms and platforms for exchange between various actors in student or academic entrepreneurship.

Here we turn to the notion of institutional entrepreneurs (DiMaggio, 1988) who effect change in university-industry-government-society interactions using their skills, resources and capital. We find this concept helpful as it allows for situated understandings of change agents who create or disrupt institutions at different levels: ”Institutional change agents may have intended or not to change their institutional environment- but they initiate, and actively participate in the implementation of changes that diverge from existing institutions” (Battilana, Leca & Boxenbaum, 2009, p. 70). In this, understanding the characteristics and strategies of actors and the conditions under which they create new or disrupt existing institutions are of particular interest. In university and other public research organizations settings elite academics, charismatic teachers, student representatives as well as managers and leaders at different organizational levels can be important change agents, either as individuals or parts of collectives such as e.g. a rectors’ association. In industry, serial entrepreneurs, venture capitalists, corporate managers or chambers of commerce could be some example of possible agents of change. In government influential politicians at various levels as well as governmental intermediary agencies can be seen as important actors in shaping triple helix relations. In civic society we could identify media, opinion leaders or social movements as some of possible actors that may reshape institutional arrangements around the helixes.

The possible questions addressed by the contributions could be:

Who are the key agents of change within specific institutions engaged in university-industry-government-society relationships? What affiliations and capabilities do they have and develop over time?

How do these institutional entrepreneurs attempt to create new or to disrupt old institutions in university-industry-government-society relationships, and at which levels? Which strategies do they employ?

Under which conditions do these actors succeed or fail to create new or disrupt old institutions in university-industry-government-society relationships?

What institutional work is carried out by institutional entrepreneurs at universities to promote university-civil society interaction?

What is the role of cross-cutting networks of professionals (e.g. The American University Technology Managers Association or chambers of commerce) – in facilitating the interaction between the helixes?

How do the dynamics and conditions of institutional entrepreneurship in university-industry-government-society relationships differ, both vertically between regional, national and global levels, as well as horizontally between different national and regional cases?

Deadlines:

15 June, 2018- Submission of abstracts and articles to the guest editors for peer-review.
10 September, 2018 – Submission of revised abstracts and articles to the guest editors for peer-review
31 October, 2018 – Final submission

Call for Papers
Guest-Editors: Prof. Liudvika Leišytė
Vogelpothsweg 78, TU Dortmund, 44227 Dortmund, Germany
E-mail: liudvika.leisyte@tu-dortmund.de
and Assoc. Prof. Maximilian Fochler
E-mail: maximilian.fochler@univie.ac.at

THA signed the agreement for the II International TH Summit 2018 in Dubai


THA is delighted to announce the II International Triple Helix Summit will be organized in Dubai on 10-13 November 2018 on the theme “The Role of Government / Academia / Industry in building Innovation-based Cities and Nations”.

Innovation has gained fresh impetus recently in the global economy. While the nations are pacing towards innovative solutions, it is indispensable that Government-Academia-Industry­ join hands together to progress towards sustainable future. The Summit will focus on how the three key drivers’ collaboration stimulate effective generation and diffusion of new knowledge and technology required in today’s world.

Join us at the International Summit in Dubai, United Arab Emirates in November this year to explore experienced-based best practices for the tripartite collaboration of knowledge, technology, and innovation.

The Summit will be hosted by the British University of Dubai in cooperation with the University of Dubai and the American University of Ras Al Khaimah and Mohammed Bin Rashid School of Government.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Exame de patentes em tempo reduzido para MPEs

Experiência interessante! Deveria ser sempre assim. Uma verdadeira política para apoar MPEs.


quarta-feira, 28 de março de 2018

III Encontro Nacional de Economia Industrial e Inovação

Nos dias 18, 19 e 20 de setembro/2018 será realizado o III Encontro
Nacional de Economia Industrial e Inovação em Uberlândia/MG.

Já estão abertas as inscrições para envio de artigos até 28/05/2018.

Mais informações pelo link:
http://www.abein.org/normas-para-submissao-e-avaliacao-de-trabalhos