quarta-feira, 14 de novembro de 2018

[Call for sessions] WINIR Conference on "Institutions & Inclusive Societies: Global & Comparative Perspectives", Lund University, Sweden, 19-22 Sept 2019


The rise of new growth poles and the emergence of new global institutional dynamics are challenging the old divide between the developed and developing world. Although the majority of the world population has experienced improved living standards, there seems to be rising popular discontent with globalization as economic inequalities between and within nations are rising across the world.

As many now question whether globalization is compatible with inclusive societies, we must ask what lessons may be drawn from previous waves of globalization. What can be learned from the institutional changes involved in terms of both economic development and the distribution of the effects of globalization on the standards of living and capabilities of people? We must also ask if inclusive institutional strategies such as a renewed role of the welfare state can play an active role in contemporary societies. 

Organised in collaboration with Lund University’s Department of Economic History in Lund, Sweden, the Sixth WINIR Conference will explore these and other related issues. Contributions from any discipline, theoretical approach or methodology that address the challenges and dynamics of the economic, political, legal and social institutions of our time are welcome.

terça-feira, 13 de novembro de 2018


“DISRUPTION: The Emerging Landscape of Innovation”Washington DC, The US Chamber of Commerce HeadquartersJanuary 29-30, 2019
We are very pleased to have already confirmed some fantastic speakers for Innvoa-Con 2019. These are experienced innovators who will share with us the inside story of their work on innovation and disruption across high technology, education, health care, fashion, financial services, and defense.
  • Alexander Goryachev, Senior Director, Innovation Strategy and Programs, CISCO
  • Dr. Heather Clawson, Executive Vice President of Research, Communities In Schools
  • Moses Ma, President, FutureLab Blockchain Consulting
  • Alexander W. Peters, M.D., Harvard Medical School, Program in Global Surgery and Social Change
  • Michael Ferraro, Executive Director, FIT/Infor Design and Tech Lab, Fashion Institute of Technology
  • Aaron Proietti, Former Chief Innovation Officer and Head of Marketing Innovation,Transamerica
  • Michael Mathews, Vice President of Technology and Innovation, Oral Roberts University
  • Tom Brazil, Chief Innovation Officer, ICS Inc.
Look for more great speakers to be announced soon, in the fields of aviation, government, international relations, anti-terrorism, open innovation, consumer goods, and energy.
SPEAKER SUBMISSIONThis is a final call for speakers to submit their case studies and/or topics to be a presenter at the 2019 Innova-Con Conference, where more than 300 professionals from industry, government and academia will converge at the U.S Chamber of Commerce Headquarters building in Washington DC to learn so much more about the state of the art in innovation leadership.
If you are interested in submitting a topic and/or case study, please contact:
Langdon Morris - lmorris@innovationlabs.com
This conference will not be a static sequence of presentations and panels. It will, instead, consist of five working sessions. Each working session includes expert speakers who will convey the critically important big ideas, and interactive activities during which all Innova-Con participants will interact with the speakers and one another in a collaborative format to create a much greater depth of understanding and actionable insights.
  • ISO 279/56000 (management theme)
  • AI and Advanced Technology (technology theme)
  • Globalizing Innovation (management theme)
  • Blockchain (technology theme)
  • DoD and Government Innovation (organization theme)
For more information on these themes, download the synopsis.
SPONSORSHIP/EXHIBITIONIf you would like to showcase your innovative solutions and meet with decision makers one-on-one, download the prospectus to view available packages or contact me directly.
REGISTRATIONEarly Bird pricing, which expires on November 30, is still available. Register online.
If you have any questions, or feedback on topics you would like to see on the program, please don't hesitate to contact me directly.
Symon Rubens
CEO, Energy Conference Network

quinta-feira, 8 de novembro de 2018


Missão cumprida!! Trabalho sobre as comunicações científicas da abordagem da TH apresentado!!

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Ciência e Tecnologia aprova reforço de 600 milhões de reais ao Orçamento do próximo ano

A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados aprovou, em reunião nesta quarta-feira (17), quatro emendas no valor total de R$ 600 milhões para reforço de dotações no Orçamento de 2019 (PLN 27/18). Os projetos contemplam o programa espacial brasileiro, inclusão digital,  fomento à Pesquisa e Desenvolvimento no programa Brasil 2021 e projetos de pesquisa científica na Antártica.
A primeira emenda destina recursos de R$ 200 milhões ao programa de inclusão digital. A ideia, segundo o deputado André Figueiredo (PDT-CE), é propiciar ao serviço público, às escolas públicas e à população em geral, o acesso à banda larga. "É um conceito mundial que a cada ano vai crescendo. Bem como intensificar o nosso plano nacional de IoT (Internet das Coisas)", disse.
O segundo projeto estratégico contemplado, também com recursos de R$ 200 milhões, é o que fomenta o desenvolvimento de satélites pelo País. Outros R$ 100 milhões constam na emenda que destina recursos para a promoção da Pesquisa, do Desenvolvimento e da Inovação em Tecnologias Digitais, Componentes e Dispositivos Eletrônicos e Gestão das Obrigações de Contrapartida Relacionadas a Incentivos Fiscais, por meio do Programa 2021, que é desenvolvido na região amazônica. A quarta emenda destina recursos de R$ 100 milhões para o apoio à pesquisa na Antártica.
Essas emendas serão analisadas agora pela Comissão Mista de Orçamento. No processo orçamentário, existem as emendas de comissão, as individuais e as de bancadas estaduais. A Comissão de Ciência e Tecnologia também aprovou a realização de uma audiência pública para discutir a crise nas universidades federais.
*  Com informações da Câmara dos Deputados

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Brasil cai em ranking de competitividade mundial

Genebra – O próximo presidente da República assume um país pouco competitivo e avaliado como tendo a pior carga de regulações do setor público em todo o mundo. O resultado desse cenário foi, uma vez mais, a queda do Brasil no ranking internacional de competitividade, afetada ainda pela falta de abertura da economia nacional, um mercado laboral pouco flexível, crime e falta de qualidade na educação.

A classificação foi divulgada pelo Fórum Econômico Mundial, que, neste ano, apresentou o Brasil na 72ª posição. No ano passado, a economia brasileira era a 69ª mais competitiva do mundo.

Leia a matéria completa do nosso vexame nacional em https://exame.abril.com.br/economia/brasil-cai-em-ranking-de-competitividade-mundial-2/

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Call for Submissions - ISPIM Florence

Deadline: 25 January 2019

Florence is considered to be the cradle of the Italian Renaissance and has a reputation as one of the most beautiful, creative and innovative cities in the world. Arts, crafts, buildings and methodologies were developed by innovators such as Dante, Giotto, Brunelleschi, Verrocchio and Da Vinci. And it is to the genius of Da Vinci, and his timeless innovations and inventions, that this ISPIM Conference is dedicated during this, the 500th year since his death. 

Over the centuries Florence and its surroundings have gained a reputation in fashion, food & wine, rail, the life sciences, nautical industries, design, oil & gas and tourism. Local companies successfully balance globalization and glocalization, both surviving and often thriving on the global market. The common ground for this bright and fecund innovative environmental crucible is that local innovation players actively engage within the innovation ecosystem, cooperating and sharing their different competences in a quadruple helix of innovation. And of course, attending the 2019 ISPIM Innovation Conference!

Submissions from academic, research, consulting, industry, intermediary and policy organisations are encouraged and should focus on the following conference themes:
AI and Innovation (inc. Big Data)*

Business Models
Creative Industries
Creativity in Innovation (by EACI)
Design and Design Thinking for Innovation
Digital Disruption & Transformation*
Entrepreneurship and Innovation in Start-Ups & SMEs
Futures & Foresight*
Health, Healthcare & Innovation Management
Innovation Management Methods for Industry*
Innovation Policies, Instruments & E-Government
Innovation Standards & Certification
Innovation Training, Teaching & Coaching*
Living Labs*
Measurement of Innovation
Methods & Skills for Innovation Management Research*
Open Innovation for Innovation
Innovation Platforms, Ecosystems and Supply Chains*
Responsible Innovation*
Social Innovation
Sustainability & Innovation (inc. agrifood)
Transferring Knowledge for Innovation

Accepted papers will be published in the Proceedings with an ISBN and included online in EBSCO, ProQuest ABI-Inform, Business Source Corporate Plus & Business Source International (forthcoming) and SCOPUS (forthcoming).

Leading papers will form one Special Issue in ISPIM's official journal, The International Journal of Innovation Management (IJIM) as well as Technology Innovation Management Review (TIM).

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

A universidade na encruzilhada

por Thomaz Wood Jr. — publicado 12/09/2018 00h10, última modificação 10/09/2018 16h19
A revisão premente do “contrato” entre a sociedade e a academia enseja grandes mudanças e desafios

Friedrich Wilhelm Christian Karl Ferdinand von Humboldt (1767-1835) foi filósofo, diplomata e deixou forte marca na área da educação. O notável prussiano acreditava que a base e o fim de qualquer sistema educacional eram a formação de cidadãos. Humboldt defendia a combinação entre ensino e pesquisa, ciência e artes. Em ensaio publicado no início do século XIX, argumentou que o Estado não deveria demandar das universidades nada diretamente relacionado a ele: somente a autonomia permitiria às universidades atingir seus mais altos propósitos.

Na metade do século XX, o engenheiro e inventor americano Vannevar Bush (1890-1974) ajudou a moldar o que entendemos como ciência e a definir o seu papel na sociedade. Em um célebre texto publicado em 1945 – “Science, The Endless Frontier” –, Bush defendeu que o progresso científico é resultado da interação livre de intelectos livres: cientistas trabalhando em temas de sua escolha, definidos a partir de sua curiosidade para explorar o desconhecido e avançar as fronteiras da ciência.

As ideias de Humboldt e Bush tornaram-se pressupostos frequentemente tomados como verdades, validados pelo gigantesco progresso científico experimentado no século XX. Seus conceitos basilares, a autonomia universitária e a liberdade criativa para os cientistas, estão nas fundações que sustentaram a institucionalização de sistemas de educação superior em muitos países.

Com o acelerado desenvolvimento da ciência, cresceram os programas de pós-graduação, as associações acadêmicas, as agências de financiamento, os eventos e os periódicos científicos. Cresceram também os orçamentos e os investimentos.

De fato, nunca faltaram justificativas para ainda maiores orçamentos e investimentos: mais dinheiro produz mais pesquisa, que gera mais conhecimento, que leva a mais patentes que produzem inovações, que impulsionam novos produtos e riqueza.

No fim do século XX, a ciência já era um campo institucionalizado, globalizado, superespecializado e, em diversas áreas de conhecimento, maduro. E a evolução continuava e continua firme e forte em novas áreas de conhecimento e em domínios transdisciplinares.

No entanto, no imenso céu azul começaram a aparecer algumas nuvens ameaçadoras. A expansão sem fronteiras começou a enfrentar restrições orçamentárias. A liberdade para criar começou a ser contraposta a necessidades sociais e econômicas, imperativos já antecipados por Bush.

Novas políticas de Estado começaram a privilegiar uma visão de ciência orientada para a competitividade. Sofisticados sistemas de avaliação passaram a controlar o trabalho e a produção dos cientistas: de início, publicações científicas, em alguns países, o impacto real das pesquisas sobre a economia e a sociedade. Sorte das ciências tecnológicas, azar das ciências humanas.

A academia reagiu. Afinal, dois séculos de Humboldt estavam fortemente arraigados nos sistemas, práticas e cultura vigentes. Surgiram críticas à comercialização da ciência e à mcdonaldização das universidades. Por todo canto, descontentes manifestaram-se contra o culto da performance e de indicadores de produção. Nos trópicos, reino dos espelhos invertidos, reformadores passaram a enfrentar improdutivas hordas acadêmicas, habilidosas no uso de pirotecnias retóricas para defender interesses próprios.

Em texto publicado em 2017 pela revista Social Research: An International Quarterly, Wolfgang Rohe sugere que o pêndulo entre a defesa da autonomia e o imperativo de servir à sociedade está se movendo para a segunda base.

De fato, se a ciência tem influenciado tanto a sociedade, por que a sociedade não poderia direcionar a ciência, definindo prioridades? Afinal, conforme observou o Nobel Manfred Eigen há 30 anos, será justo continuar financiando a diversão privada de uma pequena casta privilegiada com dinheiro público?

O surgimento, a partir dos anos 1980, do conceito de grandes desafios – problemas complexos que afetam a sociedade e frequentemente demandam tratamento transdisciplinar, tais como a pobreza, a fome e a desigualdade – deu nome às prioridades. Resta explorar o engajamento direto entre a ciência e o mundo real e aprender a lidar com as contradições que esta aproximação enseja. O maior tributo a Humboldt e Bush é atualizar sistemas e práticas, conservando a essência de seus valores.